Secretaria de Estado da Saúde estreita diálogo com representantes sindicais de Sergipe

Participaram da reunião os sindicatos dos enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, nutricionistas e também os condutores de ambulâncias

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou, nesta quinta-feira,15, uma reunião com representantes sindicais para fortalecer o diálogo permanente entre gestão e trabalhadores, com foco na construção conjunta de soluções que contribuam para condições de trabalho e o aprimoramento dos serviços ofertados à população.

Secretário de Estado da Saúde, Jardel Mitermayer enfatizou a importância do diálogo. “A saúde é feita de forma coletiva, com a participação dos sindicatos, das lideranças dos trabalhadores e da gestão. Esse alinhamento é fundamental para avançarmos nas decisões e garantir, cada vez mais, melhores condições de trabalho, qualidade na assistência e um serviço eficiente para a população. Nosso compromisso é fortalecer essa parceria e buscar soluções que tragam mais segurança, valorização profissional e melhores resultados para a saúde da sociedade”, destacou.

O presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Estado de Sergipe (Sindconam), Adilson Capote, avaliou o encontro de forma positiva. “A gente recebeu o sinal de boas-vindas do novo secretário, que é uma pessoa que já conhece muito o dia a dia do trabalhador. Ele já passou pelo Samu há cerca de dez anos e conhece bem a nossa realidade, especialmente no caso dos condutores de ambulância, a nossa lida diária. Isso, com certeza, vai facilitar o diálogo. O nosso objetivo é o melhor para a população sergipana: uma saúde de qualidade, com trabalhadores valorizados”, evidenciou. 

Para a diretora-geral da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), Adna Santana, a iniciativa representa um importante instrumento de escuta ativa, para ouvir as demandas dos representantes dos servidores públicos e, em consenso, buscar viabilizar as melhores decisões para os trabalhadores do estado. “As demandas foram apresentadas pelos representantes sindicais e, dentro de aproximadamente oito dias, a gestão deverá trazer a análise dos impactos financeiros e a devolutiva sobre os pleitos solicitados”, afirmou.

Para o presidente do Sindicato de Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), Janderson Alves, a reunião teve o papel de abrir o diálogo. “A gente entende esse movimento como um ponto positivo dessa nova gestão à frente da secretaria. Ao mesmo tempo, também fizemos cobranças. Mesmo assim, é um bom sinal ter esse momento de sentar, dialogar e buscar encaminhamentos. Já ficou combinado que, na próxima semana, teremos uma nova reunião e acreditamos que possa haver avanços a partir desse diálogo”, contou.

Fotos: Mário Sousa

Opera Sergipe fortalece cuidado com a saúde da mulher por meio de mamoplastias redutoras

A iniciativa vai além da oferta do procedimento cirúrgico, garantindo acompanhamento especializado, apoio emocional e assistência humanizada às pacientes durante os períodos pré, trans e pós-operatório

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), segue ampliando o acesso a cirurgias eletivas pelo Programa Opera Sergipe, promovendo mais qualidade de vida à população sergipana. Em parceria com o Hospital Regional Amparo de Maria (HAM), localizado no município de Estância, na região sul, a iniciativa deu continuidade ao atendimento das pacientes contempladas no mutirão de primeira consulta para cirurgia de mamoplastia redutora.

Após a avaliação realizada por médicos especialistas, as pacientes com indicação cirúrgica deram início à etapa de procedimentos. As cirurgias começaram na quinta-feira, 8, e seguem até o domingo, 11, totalizando 28 mamoplastias redutoras, com sete pacientes operadas por dia. Os procedimentos são conduzidos por uma equipe multiprofissional especializada.

Entre as pacientes beneficiadas, está Vânia Lúcia de Jesus, 29 anos, moradora de Santa Luzia do Itanhy. Ela contou que conheceu o programa Opera Sergipe por meio de uma prima, que também se inscreveu para realizar a cirurgia. “Depois disso, procurei um médico, que me encaminhou para o programa. Fiz a inscrição e aguardei na lista de espera até ser chamada”, relatou.

Além da indicação médica, Vânia explicou que a decisão pela cirurgia foi motivada por questões físicas e emocionais. Segundo ela, as críticas constantes afetavam sua autoestima e o peso excessivo das mamas causava dores na coluna, além de limitar o uso de determinadas roupas. Para a paciente, o dia da cirurgia é especial. “Vou poder usar roupas que antes não conseguia e, principalmente, terei uma melhora na minha coluna. Não terei mais dores nem preocupação constante com o peso do meu corpo”, afirmou, ao destacar a expectativa de melhora na qualidade de vida.
 
Outra paciente atendida pelo programa foi Maísa da Paixão Monteiro, 32, do município de Lagarto. Ela ressaltou que a decisão pela mamoplastia redutora está diretamente relacionada à saúde, à postura e à autoestima. “É uma questão de conforto e qualidade de vida, algo que muitas mulheres buscam atualmente. A cirurgia simboliza a realização de um sonho, pois os custos no setor privado são muito elevados e conquistar esse procedimento pelo Sistema Único de Saúde é uma vitória muito grande”, contou.

O secretário de Estado da Saúde, Jardel Mitermayer, reforçou que o programa Opera Sergipe reafirma o compromisso do Governo de Sergipe em ampliar o acesso a cirurgias eletivas e cuidar das pessoas de forma integral. “A mamoplastia redutora vai além da estética, é um procedimento que impacta diretamente a saúde, devolvendo a autoestima e a qualidade de vida das mulheres. Com essa iniciativa, estamos reduzindo filas, descentralizando os atendimentos e garantindo que estas pacientes tenham acesso a um cuidado humanizado, seguro e gratuito pelo SUS”, enfatizou o secretário. 
 
Opera Mulher
 
As cirurgias de mamoplastia redutora integram o programa Opera Mulher, realizado pela SES, com o apoio da Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SPM). A iniciativa vai além da oferta do procedimento cirúrgico, garantindo acompanhamento especializado, apoio emocional e assistência humanizada às pacientes durante os períodos pré, trans e pós-operatório.

O Opera também realiza o monitoramento das mulheres no processo de recuperação, assegurando que recebam a atenção necessária para uma reabilitação adequada e segura. Para que a paciente seja elegível ao procedimento, é necessário apresentar pelo menos dois critérios clínicos, como dores recorrentes nas costas, pescoço ou ombros; intertrigo crônico ou dermatite recorrente nas mamas ou no tórax; sulcos de pressão das alças do sutiã nos ombros em decorrência do peso do tecido mamário; sintomas neurológicos associados à compressão do plexo braquial nos membros superiores; além de prejuízos psicossociais e baixa autoestima relacionados ao tamanho das mamas.

A coordenadora do Opera Sergipe, Marli Francisca Palmeira, explicou que o programa foi estruturado para garantir não apenas a realização das cirurgias, mas todo um cuidado antes, durante e após o procedimento. “No caso da mamoplastia redutora, acompanhamos cada paciente desde a triagem até o pós-operatório, assegurando um atendimento humanizado, seguro e organizado. Nosso objetivo é ampliar o acesso e reduzir o tempo de espera de mulheres que aguardavam há anos por esse tipo de cirurgia”, salientou a coordenadora.

Fotos: Felipe Goettenauer

Hemose reforça importância da doação de plaquetas por aférese

As plaquetas são utilizadas em tratamentos oncológicos, transplantes, cirurgias de grande porte e casos de doenças hematológicas

O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), gerido pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), atua diariamente na coleta e distribuição de sangue e hemocomponentes para toda a rede hospitalar do estado, desempenhando papel essencial na assistência à saúde. Além da doação convencional, a instituição também realiza coletas por aférese, procedimento moderno e seguro no qual é possível retirar seletivamente componentes do sangue, como as plaquetas, enquanto os demais elementos são devolvidos ao doador.

A doação de plaquetas por aférese é fundamental para ampliar o atendimento a pacientes em situação crítica, especialmente aqueles em tratamento oncológico, submetidos a transplantes, cirurgias de grande porte ou portadores de doenças hematológicas. Por terem curto prazo de validade, as plaquetas exigem doações regulares. O procedimento é indolor, dura um pouco mais que a doação convencional e permite que uma única coleta beneficie vários pacientes.

No Hemose, histórias de empatia, responsabilidade e amor ao próximo se conectam por tubos, agulhas e, principalmente, pela vontade de salvar vidas. Doadora de sangue desde novembro de 2020, a contadora Michele de Moura, 41 anos, passou a doar plaquetas por aférese após conhecer o procedimento durante uma das doações. “Tive curiosidade de perguntar sobre a máquina e, depois de todo o processo de seleção, comecei a doar. Já são cerca de dois anos. Hoje eu ajudo, amanhã posso ser eu a ser ajudada. Não dói nada e a diferença é só o tempo que ficamos na máquina. O importante é ajudar, conhecendo ou não quem vai receber”, relata.

O pintor Leandro Conceição Lima é doador de sangue há 12 anos e destaca o alcance do gesto após se tornar doador por aférese. “Saber que eu posso ajudar ainda mais pessoas com as plaquetas é uma grande satisfação”, afirma. Segundo ele, o ato vai além da doação em si. “É amor ao próximo. As pessoas que estão nos hospitais podem ser ajudadas com o que a gente doa”, enfatiza.

A funcionária pública Simone Gomes de Andrade também começou a doar plaquetas por aférese em julho de 2024. A decisão veio ao perceber o impacto ampliado do procedimento. “Durante uma das doações, perguntei sobre a aférese e no mesmo dia fiz os testes. Vi que, doando plaquetas, eu poderia ajudar mais gente. É uma sensação muito boa e me sinto realizada em saber que estou contribuindo com quem precisa”, pontua.

Necessidade permanente

A doação de plaquetas por aférese é fundamental para manter os estoques e garantir o atendimento contínuo aos pacientes da rede hospitalar. Pessoas saudáveis, que atendam aos critérios de elegibilidade, podem se cadastrar e contribuir diretamente para salvar vidas por meio desse tipo de doação.

A superintendente do Hemose, Fernanda Kelly Fraga, reforça a importância do gesto. “A doação por aférese é um ato de amor que permite salvar muitas vidas com um único doador. Com ela, conseguimos atender a pacientes que precisam com urgência de componentes específicos, principalmente plaquetas, que têm validade curta e são indispensáveis em tratamentos delicados. A coleta é feita com todo o cuidado e segurança, utilizando equipamentos automatizados e acompanhamento técnico especializado”, afirma. 

Para ser um doador por aférese, é necessário ter entre 18 e 65 anos, pesar acima de 60 kg, ter mais de 1,60 de altura, realizar um exame para contagem de plaquetas, apresentar documento oficial com foto, estar em boas condições de saúde, já ter realizado pelo menos três doações convencionais e, no dia da doação, comparecer ao Hemocentro bem alimentado, evitando consumir alimentos gordurosos nas últimas 24 horas. 

O procedimento dura cerca de 90 minutos e pode ser feito com intervalo menor do que a doação comum, o que torna possível contribuir mais vezes ao longo do ano. A equipe do Hemose está disponível para sanar dúvidas e orientar os voluntários que desejam fazer parte dessa corrente de solidariedade que transforma e salva vidas. Mais informações e agendamentos podem ser feitos pelos telefones (79) 3225-8019 ou (79) 3225-8039.

Huse fecha 2025 com parque tecnológico renovado e atendimento reforçado

Os equipamentos de última geração fortalecem a precisão diagnóstica, a segurança e a qualidade do cuidado prestado à população sergipana

O Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse) encerra 2025 com um parque tecnológico renovado, resultado de investimentos inéditos do Governo de Sergipe, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Ao longo do ano, a unidade incorporou equipamentos de última geração, orçados em mais de R$ 30 milhões, que ampliam a precisão diagnóstica, reforçam a segurança assistencial e melhoram o cuidado prestado à população sergipana.

Entre as principais aquisições, estão um moderno equipamento de ressonância magnética, três tomógrafos, aparelho de raio-X, arcos e mesas cirúrgicas, mais de 40 ventiladores pulmonares destinados a pacientes críticos, microscópio cirúrgico, bisturis elétricos e aparelho de ultrassonografia. A unidade também implantou o Centro de Hemodinâmica, um marco para a saúde pública estadual e fundamental para os cuidados de alta complexidade cardiovascular.

Esses investimentos integram um plano estruturante de renovação tecnológica, iniciado nos últimos três anos, que tem como foco a modernização dos serviços, a ampliação da capacidade diagnóstica e o fortalecimento de áreas estratégicas como o Pronto-Socorro, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), o Centro Cirúrgico e o Centro de Oncologia.

O diretor administrativo do Huse, Luciano Pimentel, destacou que a modernização representa um avanço profundo na assistência. “A chegada dos novos equipamentos faz parte de um trabalho consistente de planejamento, reorganização e avaliação das necessidades da Rede. Cada tecnologia incorporada cumpre um papel estratégico, seja na agilidade do diagnóstico, na segurança dos procedimentos ou no suporte direto às nossas equipes assistenciais”, pontuou.

Para o coordenador da Central de Equipamentos (Cequip) da unidade hospitalar, Antônio José Santos, a renovação já mudou a rotina dos profissionais. “Dar suporte a um parque tecnológico atualizado significa mais segurança para quem trabalha e mais precisão para quem é atendido. Nosso compromisso na CEQUIP é garantir o pleno funcionamento de cada equipamento e, com essa modernização, conseguimos atuar de forma ainda mais eficiente em todas as áreas do hospital”, afirmou.

Tomografias e ressonância magnética

Neste ano, o Huse recebeu três tomógrafos, fruto de um investimento de quase R$ 8 milhões. Instalados na Oncologia, no Pronto-Socorro e no Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT), os equipamentos possuem 64 canais e estão entre os mais modernos do país, garantindo alta resolução de imagem, maior segurança diagnóstica e redução significativa no tempo de resposta para definição de condutas médicas.

O Governo do Estado também adquiriu uma ressonância magnética de alta tecnologia, com investimento de R$ 10,8 milhões. Com inteligência artificial, o aparelho realiza exames em até 50% menos tempo que modelos tradicionais e possui abertura de 70 cm, que reduz o desconforto de pacientes claustrofóbicos ou com obesidade.

A coordenadora do SADT, Paola Salgado, reforçou o impacto positivo da modernização. “Com aparelhos mais rápidos e precisos, conseguimos agilizar diagnósticos, reduzir o tempo de internamento e proporcionar mais segurança ao paciente. Sendo o maior hospital de Sergipe, referência para toda a rede, o Huse passa a oferecer ainda mais respostas eficientes, especialmente com a chegada da nova ressonância”, detalhou.

A melhora também é percebida pelos usuários. Moradora de Laranjeiras, município da Grande Aracaju, Adriele Reis esteve com o filho internado no Huse e, durante o período, ele passou por avaliações médicas e exames. “Meu filho precisou passar por exames de tomografia, que é importante para saber o estado de saúde da criança. Tenho certeza de que toda a população vai ser beneficiada. No caso do meu filho, já é o segundo exame e conseguimos acompanhar claramente a evolução”, relatou.

Informatização dos prontuários

Além dos avanços estruturais, o Huse tem passado por transformações, a exemplo da implantação da informatização do prontuário dos pacientes. Além disso, foram investidos R$ 1.172.100,00 na aquisição de 300 computadores que apoiam a implantação do prontuário eletrônico na unidade.

“A NTI da SES vem ampliando a informatização dos prontuários, proporcionando maior integração entre as equipes e acesso rápido e seguro ao histórico clínico dos pacientes. O processo reduz erros, agiliza tomadas de decisão e melhora a qualidade da assistência”, reforçou a gestora do Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) do Huse, Sandrine Rocfort.

Centro de Hemodinâmica

O Centro de Hemodinâmica Dr. José Augusto Soares Barreto, inaugurado há seis meses, representa outro importante avanço para a saúde estadual. Com equipamentos modernos e estrutura de ponta, o serviço mudou a linha de cuidado cardiovascular no estado, zerando a fila de pacientes com doença coronariana aguda na Rede Estadual de Saúde e reduzindo o tempo de espera por intervenções vasculares. 

No período, já foram realizados mais de 1.500 procedimentos cardiovasculares, consolidando o Huse como referência em alta complexidade e fortalecendo a eficiência da assistência prestada à população.

O superintendente do Huse, Roberto Gurgel, ressaltou a importância da unidade. “O Huse chega ao fim de 2025 mais preparado, moderno e estruturado para atender quem mais precisa. Esses investimentos representam um compromisso permanente com a vida, com a qualidade da assistência e com a construção de um hospital cada vez mais eficiente. Todo esse avanço é resultado de planejamento, responsabilidade e do esforço conjunto das equipes que fazem o Huse acontecer todos os dias”, enfatizou.

Fotos; Ascom/SES

Maternidade Nossa Senhora de Lourdes registra nascimento do primeiro bebê do ano

Recém-nascido veio ao mundo com 24 semanas; mãe e bebê seguem sendo assistidos pela equipe multiprofissional da unidade


A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, única maternidade de alto risco do Estado de Sergipe, registrou na madrugada desta quinta-feira, 1º, o nascimento de um bebê do sexo masculino, ocorrido às 2h17. O recém-nascido veio ao mundo com 24 semanas de gestação, pesando 670 gramas, sendo classificado como prematuro extremo.

Após os cuidados iniciais, o bebê foi encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), onde permanece internado, recebendo assistência especializada e monitoramento contínuo. A mãe apresentou uma intercorrência, foi prontamente assistida, estabilizada e segue recebendo todos os cuidados necessários na unidade.

A equipe da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes acompanha o caso com atenção e dedicação, reforçando seu compromisso com o cuidado humanizado e a excelência no atendimento a gestantes e recém-nascidos de alto risco.

De acordo com a superintendente da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, Lourivania Prado, o recém-nascido está sendo acompanhado por uma equipe altamente capacitada. “Desde o primeiro momento, o bebê recebeu todos os cuidados necessários, com suporte intensivo, tecnologia adequada e assistência contínua de profissionais especializados em neonatologia. Nossa equipe atua com agilidade, técnica e, acima de tudo, com muito cuidado e humanização”, destacou.

Sergipe encerra 2025 com avanços na doação de órgãos

Solidariedade das famílias e fortalecimento dos protocolos permitiram salvar e transformar vidas ao longo do ano


Uma dor que se transforma em esperança com a doação de órgãos. Os últimos dias de 2025 trouxeram exemplos marcantes da força desse gesto solidário com o registro de quatro doações de múltiplos órgãos no estado. As captações foram realizadas no Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), no Hospital da Unimed e no Hospital e Maternidade Santa Isabel. Além dos rins, fígados e córneas, também foi captado um coração.

Em 2025, Sergipe registrou avanços significativos no aproveitamento dos órgãos captados, resultado direto do fortalecimento dos protocolos, da integração das equipes de saúde e, sobretudo, da solidariedade das famílias sergipanas.

A coordenadora da Organização de Procura de Órgãos de Sergipe (OPO/SE), Darcyana Costa, destacou a importância da doação. “Mesmo diante de uma dor imensurável, essas famílias encontraram força para dizer ‘sim’ à doação. Esse gesto transforma a dor em esperança e permite que outras vidas sejam salvas. É uma decisão que demonstra amor ao próximo e reforça a importância de falarmos cada vez mais sobre doação de órgãos”, ressaltou.

“Tivemos avanços, aumento da efetividade do processo de captação, o que se deve à conscientização da sociedade e ao trabalho de todos as equipes de saúde. Além disso, salientamos o papel fundamental das famílias que autorizam a doação. É preciso continuar investindo em informação, capacitação profissional e políticas públicas que incentivem a doação de órgãos”, enfatizou a coordenadora.

Números

Ao longo de 2025, foram registrados 54 doadores de órgãos, uma queda de pouco mais de 5% se comparado a 2024. No entanto, houve um melhor aproveitamento dos órgãos, permitindo que mais pessoas tivessem uma nova chance de viver.

Os números reforçam esse cenário: em 2025, foram captados seis corações, um aumento de 50% em relação a 2024, quando foram quatro. O número de rins doados passou de 56, em 2024, para 65 no ano de 2025, crescimento de pouco mais de 16%. Já os fígados tiveram um aumento ainda mais expressivo, saindo de 22 em 2024 para 29 órgãos captados em 2025, aumento superior a 30%. 

Para o coordenador da Central Estadual de Transplantes (CET), Benito Fernandez, o sentimento é de gratidão. “Graças à solidariedade das famílias sergipanas e ao apoio dos profissionais de saúde, muitas pessoas tiveram uma nova oportunidade de vida e outras tantas voltaram a viver com mais qualidade. Nossa eterna gratidão a todos os doadores”, frisou.

Nos transplantes de córnea, o avanço também foi significativo com 248 doações em 2025, um crescimento de 9,25%, se comparado com o ano anterior.

Como doar

Para ser um doador é preciso manifestar, em vida, o desejo à família, pois a doação de órgãos e tecidos só acontece após autorização familiar. O protocolo para a doação de órgãos é iniciado com a identificação de pacientes neurocríticos, que estejam em Glasgow 03 (escala de coma), indicando uma provável morte encefálica. Esses pacientes são acompanhados pela Organização de Procura de Órgãos (OPO) e, quando constatada a morte encefálica, o protocolo de doação é iniciado, sempre respeitando a decisão dos familiares. 

“É imprescindível que os familiares sejam comunicados pelo paciente sobre o desejo de ser um doador, pois a legislação brasileira estabelece que cônjuge ou parentes até segundo grau são os responsáveis em autorizar a doação de órgãos. Assim, deixe claro para seus familiares esse desejo, afinal o transplante só acontece se houver o doador e qualquer pessoa pode precisar de um transplante. Salve vidas doando órgãos”, enfatizou Darcyana Costa.

Governo do Estado autoriza construção do Complexo Materno-Infantil Nossa Senhora de Lourdes

Serão investidos R$ 220 milhões na construção da nova unidade de alta complexidade, com 234 leitos, 48% a mais que a atual maternidade

O governador Fábio Mitidieri assinou, nesta terça-feira, 30, a execução dos projetos básicos para a construção do Complexo Materno-Infantil Nossa Senhora de Lourdes, um investimento de R$ 140 milhões para a estrutura, mais R$ 80 milhões em equipamentos, totalizando R$ 220 milhões aplicados. A obra, que será gerida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), representa mais um relevante investimento estruturante na Saúde Pública de Sergipe, consolidando uma nova etapa no cuidado integral à mulher, à gestante, ao recém-nascido e à criança, com vistas ao fortalecimento do vínculo familiar. 

Mitidieri recordou que a maternidade foi inaugurada em 2006, em caráter provisório, à época, mas acabou alongando a permanência de seu formato. “Mais um momento histórico para a Saúde de Sergipe. Autorizamos, hoje, a construção de uma nova Maternidade Nossa Senhora de Lourdes. A atual unidade foi fundada há quase 20 anos de forma temporária e será substituída por uma nova, de alta complexidade, com investimento total de R$ 220 milhões e prazo de conclusão em 2028”, declarou, acrescentando que o instrumento contará com 234 leitos, 48% a mais que a atual unidade.

O secretário de Estado da Saúde, Cláudio Mitidieri, ressaltou que o projeto foi concebido para responder a demandas históricas da população sergipana, especialmente no atendimento à gestação de alto risco, reunindo em um único espaço assistência especializada, tecnologia de ponta e um modelo de cuidado centrado na humanização e na segurança do paciente. “O projeto visa reduzir a mortalidade infantil e materna. A nova maternidade, que manterá o nome original, substituirá uma maternidade antiga e precária, construída há 20 anos como solução temporária”, frisou.

Mais do que uma maternidade, o novo equipamento de saúde tem o propósito de funcionar como um centro de referência estadual em atenção materno-infantil, ampliando a capacidade assistencial da rede pública e qualificando o cuidado desde o pré-natal de alto risco até o acompanhamento do recém-nascido após a alta hospitalar, como frisou a secretária de Estado da Assistência Social, Inclusão e Cidadania, Érica Mitidieri. “Só temos gratidão e celebração por essas iniciativas voltadas à primeira infância em Sergipe, que já começa na gestação. Agradeço ao apoio do Estado, da SES e de outros envolvidos em programas como o Mãe Sergipana, por exemplo, que cuidam de gestantes e bebês. Esta nova maternidade é uma conquista de todos nós”, parabenizou, destacando que a iniciativa fortalece políticas públicas voltadas à redução da mortalidade materna e neonatal, um dos principais indicadores de qualidade da assistência em saúde.

Contratação

A construção do Complexo Materno-Infantil será realizada por meio de Licitação Pública Internacional (LPI), considerando a dimensão, a complexidade técnica e o elevado padrão de qualidade exigido para o empreendimento. O valor estimado do investimento é de R$ 220 milhões, com financiamento composto por recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), do Programa de Aceleração do Crescimento PAC do Governo Federal, da Caixa Econômica Federal e do Governo do Estado de Sergipe.

Dono e fundador da Construtora Celi, empresa ganhadora da licitação, o empresário Luciano Barreto falou da expectativa para a construção de mais um empreendimento para Sergipe. “Tanto Aracaju quanto o interior, em todas as regiões que você for, tem uma obra do Governo do Estado. São obras grandes, que atendem diretamente os mais humildes. Tenho que parabenizar o governador. Vencemos a licitação do Hospital do Câncer e entregamos, mas nossa obrigação é terminar uma obra e já pensar na próxima. É importante que o Estado invista, e que seja por meio de contratação de créditos, também, porque as condições que os estados tomam esses empréstimos são vantajosas e sabemos que esses valores serão investidos em obras públicas. Não são endividamentos, como alguns desinformados criticam. São investimentos importantíssimo para a população”, defendeu. 

Estrutura

O Complexo contará com uma estrutura hospitalar moderna e dimensionada para atender casos de média e alta complexidade, garantindo retaguarda assistencial adequada para situações críticas. Estão previstos 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Materna, voltados ao cuidado de gestantes e puérperas que necessitam de monitoramento intensivo, além de 40 leitos de UTI Neonatal, destinados ao atendimento de recém-nascidos prematuros ou com condições clínicas que exigem cuidados especializados.

A unidade também disporá de 40 leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Convencional e 20 leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Canguru, promovendo um cuidado progressivo, que respeita o desenvolvimento do recém-nascido e fortalece o vínculo entre mãe e bebê, alinhado às boas práticas de humanização do parto e do nascimento.

O Complexo contará, também, com um Banco de Leite Humano, fundamental para a promoção do aleitamento materno, apoio às mães e garantia de nutrição adequada aos recém-nascidos internados, além de um ambulatório multiprofissional, Ambulatório de Seguimento, voltado ao acompanhamento dos bebês egressos das unidades intensivas, assegurando continuidade do cuidado após a alta hospitalar.

O projeto prevê a aquisição e a implantação de equipamentos médico-hospitalares de última geração, compatíveis com os mais elevados padrões de qualidade e segurança. Entre os recursos previstos estão sistemas avançados de monitoramento materno e neonatal, equipamentos de suporte à vida, tecnologias para diagnóstico por imagem, aparelhos cirúrgicos e anestésicos modernos, além de dispositivos específicos para controle de infecção e biossegurança.

A incorporação dessas tecnologias permitirá maior precisão diagnóstica, resposta mais rápida às intercorrências clínicas e melhores desfechos assistenciais, contribuindo para a redução de complicações e óbitos evitáveis. A modernização da infraestrutura também favorecerá condições adequadas de trabalho para os profissionais de saúde, impactando positivamente na qualidade do atendimento prestado.
 

Fotos: Arthur Soares

Hemose estará aberto para doação de sangue na véspera de Ano Novo

Funcionamento do Centro de hemoterapia tem como finalidade garantir a manutenção dos estoques de todos os tipos sanguíneos

O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), unidade gerida pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), funcionará em horário diferenciado na quarta-feira, 31. No último dia do ano, o Hemocentro estará aberto para coleta de doações de sangue das 7h às 11h. A unidade continuará com a liberação de sangue e hemocomponentes para a rede hospitalar em regime de plantão 24 horas.

A superintendente do Hemose, Fernanda Kelly Fraga, ressaltou a importância das doações no último dia do ano. “Gostaríamos de convidar a todos que puderem doar sangue antes do réveillon para fazer parte dessa corrente do bem e ajudar a transformar vidas por meio da solidariedade”, disse a superintendente.

Na quinta-feira, 1º de janeiro, feriado da Confraternização Universal, não haverá expediente. Os serviços de doação de sangue e atendimento ambulatorial retornarão à rotina na sexta-feira, 2, das 7h30 às 17h.

Critérios

Para doar, é preciso estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar acima de 50 quilos e comparecer ao serviço bem alimentado, portando um documento oficial com foto, válido em todo o território nacional.

No momento da doação, é necessário estar bem alimentado. Já no dia anterior à doação, é importante que o candidato tenha dormido bem nas últimas 6 horas e não tenha ingerido bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à coleta.

Secretaria de Estado da Saúde alerta para os riscos do câncer de pele durante o verão

Campanha ‘Dezembro Laranja’ reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce

A chegada do verão, estação mais quente do ano, reforça a atenção para os riscos da exposição excessiva ao sol e aos raios ultravioletas, principal fator de risco para o câncer de pele. Neste sentido, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) destaca a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

O câncer de pele ocorre devido ao crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele e pode ser classificado em não melanoma, mais frequente e menos agressivo, e o melanoma, considerado o tipo mais grave, com maior risco de se espalhar para outros órgãos. No país, a doença representa 30% dos tumores malignos registrados.

Para a dermatologista Lana Luiza Cruz, do setor de Oncologia do Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), a descoberta precoce da doença permite um tratamento mais simples e aumenta em até 90% as chances de cura. “A pele, por ser um órgão exposto, possibilita a identificação de lesões suspeitas logo após o seu aparecimento. O diagnóstico tardio, especialmente no caso do melanoma, pode exigir tratamentos muito mais invasivos e reduzir as chances de cura”, reforçou.

Cuidados preventivos

A prevenção do câncer de pele está diretamente ligada à proteção contra a radiação ultravioleta (UV), principal causa da doença. Durante o período de altas temperaturas, alguns cuidados são essenciais para manter a pele saudável e reduzir os riscos.“O uso de protetor solar deve ser diário, mesmo em dias nublados. É importante proteger os lábios e as orelhas e evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, quando a radiação UVB é mais intensa”, orientou a médica.

A dermatologista também reforça o uso de chapéus, óculos de sol com proteção UV e roupas com tecido de proteção solar fator 50. “É preciso estar atento às crianças, pois a queimadura solar na infância aumenta o risco de câncer na vida adulta”, acrescentou Lana Luiza Cruz.

Sinais de alerta

A campanha nacional ‘Dezembro Laranja’ de conscientização sobre a doença, uma das mais incidentes no Brasil, lembra que prevenir é sempre o melhor caminho e que adotar medidas no dia a dia são fundamentais para proteger a saúde da pele. Portanto, a identificação precoce de alterações suspeitas, como feridas que não cicatrizam em até quatro semanas, lesões que crescem rapidamente ou sangram com facilidade devem ser avaliadas por um dermatologista.

De acordo com a especialista, a Regra do ABCDE é um método simples e eficaz, criado por dermatologistas, que ajuda na autoavaliação e na identificação de sinais suspeitos de câncer de pele, especialmente o melanoma, o tipo mais agressivo. “Cada letra tem um significado e indica um sinal de alerta, sendo Assimetria, Bordas, Cor, Diâmetro e Evolução. Essa ferramenta permite reconhecer características suspeitas em pintas ou lesões e ajuda a saber o momento certo de procurar um médico”, destacou Lana Luiza Cruz.

Profissionais destacam avanços no cuidado oncológico com a nova estrutura do Hospital do Câncer de Sergipe

Inaugurado há quase um mês, no dia 10 de dezembro deste ano, o HCS está em sua primeira fase de funcionamento e já deu início ao serviço de quimioterapia adulto

A modernização e o cuidado com cada detalhe da estrutura do Hospital do Câncer de Sergipe Governador Marcelo Déda Chagas (HCS) refletem o compromisso do Governo do Estado em proporcionar bem-estar aos pacientes oncológicos e ampliar a eficiência do tratamento. Para os profissionais de diversas áreas que atuam na unidade, as novas instalações representam um avanço significativo na forma de assistir e acolher quem enfrenta o câncer.

Inaugurado há quase um mês, no dia 10 de dezembro deste ano, o HCS está em sua primeira fase de funcionamento e já deu início ao serviço de quimioterapia adulto. Com a chegada do novo hospital, os pontos de infusão adulto ofertados pelo Estado saíram de 24 para 60, o que representa um crescimento de 150% em relação à capacidade do Hospital de Urgências de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), onde o procedimento era realizado. Em breve, a unidade passará a contar com atendimentos ambulatoriais de oncologia clínica e, em seguida, oferta de exames.

A médica oncologista Alexia Prado faz parte dos mais de 50 profissionais que trabalham somente no setor de quimioterapia adulto do HCS. Ela destacou que a estrutura do novo hospital promove maior acolhimento e acesso humanizado aos pacientes. “Essa mudança é muito importante e benéfica para nossos pacientes porque o HCS tem uma estrutura voltada, exclusivamente, para o atendimento dos pacientes oncológicos. Aqui, temos tudo sistematizado, o que facilita o acesso da gente ao prontuário dos pacientes, a administração de medicação e, também, a prescrição”, ressaltou.

O enfermeiro Genivaldo Silva realiza a triagem de todos os pacientes que são atendidos na ala de quimioterapia adulto do HCS. O profissional, que tem oito anos de experiência na área da enfermagem, afirmou que a qualidade dos atendimentos dos pacientes oncológicos evoluiu positivamente com a mudança para o novo hospital. “Os pacientes que estão sendo atendidos no Hospital do Câncer de Sergipe já percebem a mudança no acolhimento, na ambiência e na própria estrutura da unidade, desde a chegada até o processo de classificação”, enfatizou. 

Para Genivaldo, a estrutura complexa e moderna do HCS também possibilita que os profissionais de saúde desenvolvam o seu trabalho com melhores resultados. “Para nós, profissionais da saúde, trabalhar num espaço melhor, com mais qualidade e mais espaço, faz toda a diferença no nosso processo”, sublinhou. 

Mais tecnologia e agilidade 

Segundo a gestora de Apoio Institucional da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Catharina Costa, o Hospital do Câncer de Sergipe (HCS) conta com um moderno sistema de informatização, que visa acelerar e melhorar os atendimentos na unidade. “Iniciamos o serviço de quimioterapia adulto com uma estrutura importante de logística e prontuário eletrônico para ter mais facilidade no atendimento, promover agilidade e trazer melhor atendimento à população. A informatização facilita todo o processo de atendimento, uma vez que o profissional tem total acesso ao histórico do paciente, conseguindo dinamizar o processo e proporcionar mais conforto ao paciente”, explicou.

A SES, por meio do seu Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), implantou o sistema de prontuário eletrônico no HCS para que os profissionais possam acessar as informações dos pacientes de forma rápida, resultando num atendimento mais assertivo. Esse mecanismo também está sendo implantado em todas as unidades da rede de saúde pública estadual. 

“Durante os últimos meses, digitalizamos todas as fichas manuais dos pacientes assistidos na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do Huse. Então, todo paciente que tinha uma ficha 100% manual com prescrições, cópias de exames e evoluções, todo esse material foi digitalizado e, agora, está disponível online. Com a transferência da quimioterapia adulto do Huse para o HCS, o cadastro dos pacientes também foi transferido por meio do sistema eletrônico, além disso, também estão sendo feitas novas fichas diretamente no sistema atual”, relatou o gerente do NTI da SES, Douglas Affonso Madureira.

Fotos: Mário Sousa

Última atualização em 30 de dezembro de 2025 ás 12:09.