Mamaço no Parque da Sementeira que reúne mães e filhos tem a presença da SES

Um grupo de puérperas e mães apoiadas pela Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), do Banco de Leite Humano Marly Sarney (BLH), da Sociedade Sergipana de Pediatria e da Universidade Tiradentes (UNIT), se reuniu na tarde desta sexta-feira (9), no Parque da Sementeira, para amamentar seus bebês como forma de incentivar a amamentação. Em diversas partes do mundo, no mesmo horário, muitas mães fizeram essa ação conhecida como Hora do Mamaço, que está na sua VII edição e faz parte da 28º Semana Mundial do Aleitamento Materno.

O evento teve como objetivo despertar para liberdade o ato de amamentar em qualquer lugar, mostrar a importância da amamentação e extinguir o preconceito contra as mães que amamentam seus filhos em locais públicos. Diversas mães de várias cidades se reuniram em locais públicos, pontos turísticos, parques e praças, incentivando a amamentação.

“Durante o evento, mães trouxeram relatos em relação às dificuldades e as trocas de experiências, o que emocionou os presentes. Além de Aracaju, tivemos a ação em Itabaiana. O Hospital Santa Izabel também esteve presente. O acontecimento foi mais uma ação do Agosto Dourado”, ressaltou a gerente do BLH, Magda Dória.

A Médica e Presidente do Comitê de Aleitamento Materno da Sociedade Sergipana de Pediatria, e professora da UNIT, Isailza Matos Dantas Lopes, falou: “Hoje 176 países comemoram a Hora do Mamaço e há mais de 20 anos o Brasil celebra a ocasião , isso ocorre para que possamos mudar o comportamento da população no ato mais sublime e que diminui a mortalidade infantil. Amamentar não é só um ato instintivo, é também um ato emocional. Se a mãe não tem apoio, ela não consegue amamentar’’, falou Isailza.

A nutricionista e consultora em aleitamento materno, Bárbara Antônia Ramos Maccione, comentou: “O evento foi importante não só para além da conscientização da importância da amamentação em público, como também para o valor da união das mulheres. Mostrar para a sociedade o quanto esse ato é mais que normal, é natural”.
“Para mim, o início da amamentação foi difícil, mas tive a ajuda e orientação do BLH. O banco de leite é muito acolhedor e competente, os profissionais são maravilhosos, me auxiliaram com muita dedicação e amor. Além disso, minhas dúvidas sobre outros assuntos foram esclarecidas. Continuarei amamentando até quando der certo para mim e para minha filha”, falou Sandy Soares.

“É um momento fundamental para afirmarmos da importância da amamentação. Amamentar no começo é difícil, mas vale a pena, é um sentimento único de relação e conexão com o filho”, disse Jéssica Alves Prata, mãe de Francine, dois meses. Ela ainda explanou que a sua bebê está se desenvolvendo muito bem e que teve acompanhamento no banco de leite. “O BLH me ajudou bastante, só tenho agradecer pelo suporte e pelas dicas. Voltarei para ser doadora de leite”, concluiu a mãe.

 

 

Publicado: 9 de agosto de 2019, 17:41 | Atualizado: 9 de agosto de 2019, 18:35