Reunião aborda qualificação do profissional de biomedicina para serviços de hemoterapia

A associação do conhecimento teórico com a prática do serviço proporciona a formação de profissionais mais capacitados para o mercado de trabalho. Para falar sobre a importância dessa qualificação para empregabilidade, nesta quinta-feira (22) uma reunião coordenada pelo serviço de Imunohematologia do Doador e Receptor do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) reuniu um grupo de estagiários de biomedicina da unidade.

Na ocasião, a gestora dos laboratórios de Imunodoador e Receptor, Ana Paula Prata e o biomédico Jandson Marques destacaram pontos relacionados a RDC 34, que normatiza os serviços de hemoterapia e o Programa de Gerenciamento de Resíduos em Serviços de Saúde (PGRSS) do Ministério da Saúde (MS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Eles enfatizaram o cumprimento das normas de preservação ao meio ambiente, e os cuidados que devem ser adotados pelos profissionais de saúde em relação ao manejo e descarte de objetos utilizados perfuro cortantes utilizados na rotina laboratorial, a exemplo de agulhas, escalpes, ampolas de vidro, lâminas e outros provenientes de serviços de saúde.

“Foi um momento importante onde abordamos vários aspectos que estão associados a rotina geral, do profissional biomédico no hemocentro. Essa conversa informal também busca despertar o compromisso do futuro profissional na área técnica, do desempenho das atividades, e também no lado humano, para que assim eles tenham êxito positivo no mercado de trabalho”, salientou Marques.

Conforme a gerente dos laboratórios de Imunohematologia do Doador e Receptor, Ana Paula, durante o estágio no hemocentro os acadêmicos de biomedicina tem a oportunidade de conhecer as áreas de atuação da hemoterapia passando pelo serviço administrativo desempenhado no setor de Qualidade até a bancada.

“A profissional pode atuar na triagem clinica de doador, realizando entrevistas e o teste de hemoglobina. Nos laboratórios eles podem trabalhar com os testes que são realizados antes da liberação da bolsa de sangue para infusão, ou ainda efetuando testes de grupos sanguíneos, prova cruzada e análises para diagnósticos de coagulopatias”, conclui a gestora.

Publicado: 22 de agosto de 2019, 15:21 | Atualizado: 22 de agosto de 2019, 15:21