Projeto ‘Posso Ajudar?’ fortalece humanização do Huse

Atendimento humanizado aos pacientes e acolhimento aos acompanhantes. Essa é a missão desenvolvida pelo Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) com o projeto “Posso Ajudar?”, que humaniza o atendimento aos usuários do SUS, tendo como base a Política Nacional de Humanização (PNH). O projeto contribui para um bom atendimento e uma abordagem qualificada, além de direcionar o usuário no acolhimento do pronto socorro possibilitando o recebimento do público, ouvindo-o com atenção e qualificando a escuta na unidade de saúde.

Os funcionários recrutados do setor de Humanização do Huse, fazem o acolhimento, encaminhando os usuários aos locais de atendimento corretos, organizam o fluxo, ouvindo e reconhecendo as necessidades, desenvolvendo atividades educativas junto à comunidade hospitalar.

A gerente da Humanização do Huse, Maísa Félix, destacou a importância do projeto. “Para quem chega ao Huse pela primeira vez é complicado se locomover nessa imensidão de hospital, então o ‘Posso Ajudar?’, vem para prestar esse atendimento aos usuários que aguardam atendimento no pronto socorro do Huse e que não conhece as normas e rotinas do hospital. Entram em filas erradas, não sabem os setores para exames ou consultas, muito menos como localizarem um paciente internado. Há inúmeros fatores que podem ser trabalhados a fim de agilizar e encaminhar corretamente os usuários fazendo com que a espera por atendimento se torne menos estressante e mais humanizada”, explicou.

A técnica de enfermagem Denise Vieira, é funcionária do setor de Humanização e explica o que mais os usuários se queixam quando chegam no Pronto Socorro. “A gente fornece informações e muitas vezes encaminha o usuário para o local que ele deseja ir e ser atendido, muitos reclamam da questão de demora no atendimento, mas a gente conversa e procura conscientizar essas pessoas que o Huse é um hospital de urgência e que o caso dele segue o fluxo da classificação de risco e muitas vezes é baixa complexidade. Muitos entendem e até agradecem a gente estar por estar ali explicando e não deixando eles esperando sem nenhuma informação. Eles entendem que a demanda é grande e o Posso Ajudar é muito bom para a gente organizar o fluxo e tranquilizar o atendimento”, disse.

Para a dona de casa e missionária Elisia da Silva, 55, está acompanhando o pai em um atendimento oncológico e se deparou com algumas dificuldades já que entrou pela recepção errada. Ela explica que as funcionárias do Posso Ajudar, fizeram o encaminhamento correto dela.

“É muito bom porque adianta o nosso lado, a gente chega e não precisa ficar esperando e nem perdida atrás dos setores. As meninas são muito educadas e atenciosas, toda hora elas dão atenção a quem está aguardando atendimento. Meu pai está aguardando uma vacina e nem era no pronto socorro, então, elas me orientaram que como o meu pai é um paciente oncológico eu seria encaminhada para a Oncologia do hospital. Então pra mim foi muito bom ter esse atendimento logo na entrada para eu não perder tempo andando de um lado para outro nesse hospital que é muito grande”, concluiu.

Publicado: 16 de julho de 2019, 15:29 | Atualizado: 16 de julho de 2019, 15:29