MNSL realiza palestra em alusão ao Setembro Amarelo
“Não Quero Morrer”, esse foi o tema escolhido para a palestra ministrada pelo ginecologista obstetra, Carlos Alberto Melo Santiago, que aconteceu nesta quarta-feira, 4, no auditório da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), Unidade gerida pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). O evento ocorreu em alusão ao Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio.
“As pessoas que tentam suicídio no fundo não querem morrer, querem acabar com a dor que sente, vivendo as dificuldades e não sabendo enfrentá-las”, disse Carlos Alberto. O médico observou que a depressão é uma alteração do estado de humor decorrente, por exemplo, da falta de sentido na vida, dos gastos de energias interiores, onde a pessoa não consegue enfrentar seus problemas diários ou diante dos desafios lhe falta força suficiente para modificar a trajetória, o caminho.
O médico atentou que algumas vezes ocorre uma causa idiopática, ou seja, é como se a pessoa já nascesse com uma tristeza profunda, que é estabelecida, mas as vezes por conta da perda de algum conhecido, ela não consegue se situar adequadamente no seu relacionamento social, familiar ou amoroso.
Ele disse que os sintomas no estado depressivo mais frequentes são a tristeza mais profunda, a perda de prazer em viver e a perda de sono. “O tratamento é totalmente variável, pode ser medicamentoso por terapia ou tratamento geral, além disso, também tem o tratamento espiritual. Dependendo do caso a cura demora”, observou o médico. Carlos Alberto atentou que a família e os amigos são fundamentais na cura, porque a pessoa se sente amparada e protegida. “A companhia de conhecidos é essencial, além de palavras positivas e incentivadoras, pois aumenta a autoestima e estimula a cura”, atentou Carlos Santiago.
DOR
Uma dolorosa situação é relatada por Carlos quando se refere à faixa etária que vem sendo atingida pelo suicídio, muito comum nos jovens de 15 a 29 anos de idade.
Ele ainda falou que o número de depressivos aumenta a cada instante e que o uso de medicamentos é importante, porque às vezes a pessoa não tem força suficiente e momento e a medicação faz com ela crie uma energia adequada para possibilitar a força e continuidade ao tratamento.
Para a servidora Maria da Conceição Santos, foi uma palestra excelente, onde o médico falou como identificar uma pessoa com risco de suicídio e os tipos de suicídio. “Quanto mais conhecimento tivermos sobre o assunto, podemos ajudar mais as pessoas”, comentou a servidora.
Disque 188
O Ministério da Saúde assinou em 2017 um termo de cooperação técnica com o Centro de Valorização à Vida (CVV), para que as ligações telefônicas da população ao número 188 sejam gratuitas. Todo o território nacional conta com o atendimento gratuito do CVV.
O telefone ainda é o meio mais utilizado pela população para acessar o apoio emocional oferecido pelo CVV. O atendimento é realizado por voluntários e permite falar sobre sentimentos e dificuldades, aliviando a ansiedade, o desespero e encorajando o afastamento de eventuais pensamentos suicidas.
“Os sintomas no estado depressivo mais frequentes são a tristeza mais profunda, a perda de prazer em viver e a perda de sono. O tratamento é totalmente variável, pode ser medicamentoso por terapia ou tratamento geral, além disso, também tem o tratamento espiritual Dependendo do caso a cura demora”, observou Santiago.
Ele atentou que a família e os amigos são fundamentais na cura, porque a pessoa se sente amparada e protegida. “A companhia de conhecidos é essencial, além de palavras positivas e incentivadoras, pois aumenta a autoestima e estimula a cura”, atentou Carlos Santiago.
DOR
Uma dolorosa situação é relatada por Carlos quando se refere à faixa etária que vem sendo atingida pelo suicídio, muito comum nos jovens de 15 a 29 anos de idade.
Ele ainda falou que o número de depressivos aumenta a cada instante e que o uso de medicamentos é importante, porque às vezes a pessoa não tem força suficiente e momento e a medicação faz com ela crie uma energia adequada para possibilitar a força e continuidade ao tratamento.
Para a servidora Marisol Alves, foi uma palestra excelente, onde o médico falou como identificar uma pessoa com risco de suicídio e os tipos de suicídio. “Quanto mais conhecimento tivermos sobre o assunto, podemos ajudar mais as pessoas”, comentou a servidora.
Disque 188
O Ministério da Saúde assinou em 2017 um termo de cooperação técnica com o Centro de Valorização à Vida (CVV), para que as ligações telefônicas da população ao número 188 sejam gratuitas. Todo o território nacional conta com o atendimento gratuito do CVV.
O telefone ainda é o meio mais utilizado pela população para acessar o apoio emocional oferecido pelo CVV. O atendimento é realizado por voluntários e permite falar sobre sentimentos e dificuldades, aliviando a ansiedade, o desespero e encorajando o afastamento de eventuais pensamentos suicidas.
Publicado: 5 de setembro de 2019, 10:22 | Atualizado: 5 de setembro de 2019, 10:22