Hemose realiza capacitação sobre higienização das mãos nos serviços de saúde
O processo de lavagem das mãos é uma atitude simples e rápida para prevenir a transmissão de infecções como gripe, conjuntivite e dor de garganta. Nesta terça-feira, 9, os profissionais do serviço de Coleta e do Ambulatório, do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) participaram de um capacitação sobre as técnicas de higienização das mãos nos serviços de saúde.
A atividade coordenada pela equipe do Ambulatório tem como objetivo reforçar a importância das boas práticas de higienização para minimizar os riscos de infecções para doadores, pacientes e os profissionais de saúde. “As mãos são a principal via de transmissão de microorganismos. Vale lembrar que a pele humana é um meio condutor de diversos germes, que podem ser transferidos no contato de pele com pele, ou através do contato com objetos e superfícies contaminados”, alertou o biomédico, Weber Santana Teles.
Responsável pela palestra, a biomédica Paloma Dias Pádua, apresentou os tipos de higienização das mãos, que devem ser adotados pelos profissionais que trabalham no hemocentro de Sergipe. Ela explicou que cada procedimento cumpre um tempo regulamentar, que varia conforme a rotina, podendo ter duração de 20 a 60 segundos, como também, de 3 a 5 minutos.
Na ocasião, a biomédica falou que uma das técnicas é relativa à lavagem simples com água e sabão, indicada quando as mãos estiverem visivelmente sujas, ao iniciar a jornada de trabalho, após utilizar o banheiro e antes do preparo de medicamentos. “Esse tipo de lavagem deve ser usada pelos profissionais que preparam medicamentos para infundir nos pacientes que vem ao Hemose receber transfusão de componentes do sangue e pacientes portadores de coagulopatias, como os hemofílicos”, pontuou.
Já a higienização com o uso do álcool concentrado de 60% a 80%, é indicada quando as mãos não estiverem visivelmente sujas, antes e após o contato com o paciente, antes e após a utilização de luvas. “Mesmo sabendo que as luvas têm a finalidade de proteger o profissional de contaminação, pode ocorrer micro furos ou até mesmo perda de usa integridade”, concluiu Pádua.
Publicado: 9 de abril de 2019, 16:14 | Atualizado: 9 de abril de 2019, 16:14


