Programa Estadual de Triagem Neonatal

19 de janeiro de 2016

Uma demonstração de cuidado que transforma vidas

MISSÃO

Promover, Implantar e implementar a política de triagem Neonatal no âmbito do SUS, visando o acesso universal, integral e equânime, com foco na prevenção, na intervenção precoce e  no acompanhamento permanente das pessoas com as doenças do Programa Nacional de Triagem Neonatal.

O Programa Nacional de Triagem Neonatal – PNTN – no Estado de Sergipe, encontra-se habilitado na Fase IV, porém em plenio funcionamento até a fase III, aguadando aquisições logística e de recursos Humanos. Tem como objetivo geral identificar distúrbios e doenças no recém-nascido em tempo oportuno para intervenção adequada, garantido tratamento e acompanhamento contínuo às pessoas com diagnóstico positivo, conforme estabelecido nas Linhas de Cuidado, com vistas a reduzir a morbi-mortalidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

PROGRAMA ESTADUAL DE TRIAGEM NEONATAL (PNTN)

TRIAGEM NEONATAL BIOLÓGICA

É realizada através de testes capazes de detectar precocemente um grupo de doenças congênitas e hereditárias, geralmente assintomáticas no período neonatal.

A coleta de sangue deve ser realizada do 3º ao 5º dia de vida do bebê, nos postos de coletas distribuídos nos 75 municípios do Estado de Sergipe, bem como, nas maternidades e encaminhados ao Serviço de Referência de Triagem Neonatal no Hospital Universitário(SRTN-HU) pelas agencias dos correios.

Os resultados saem em até 30 dias e são disponibilizados às unidades em que as coletas foram realizadas e, em casos positivos serão feitos contatos via assistente social do SRTN-HU para as unidades básicas de saúde, onde encaminharão os bebes para tratamento e acompanhamento específicos, também no Hospital Universitário.

O SUS oferece os testes para as seguintes doenças hereditárias e/ou congênitas, assistência médica e medicamentosa de acordo com a Portaria 1554|2013 do componente especializado de assistência farmacêutica.

Doenças e suas fases:

FENILCETONÚRIA(FASE I): doenças que afeta o metabolismo da fenilalanina. O tratamento pressupõe dieta específica e uso de fórmula com baixo teor em fenilalanina.

HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO(FASE I): doenças causada pela deficiência parcial ou total do hormônio da tireóide.

DOENÇAS FALCIFORME( FASE II): doenças causada por defeitos na produção da hemoglobina, o que desencadeia problemas sistêmicos graves, decorrentes da falta de oxigenação nos tecidos.

FIBROSE CÍSTICA(FASE III): doenças caracterizada pela ausência de secreção de enzimas pancreáticas e secreção excessiva de muco nos pulmões.

HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA(FASE IV): doença que afeta a produção de enzimas pelas glândulas suprarrenais. Seus sintomas ser variados e sua apresentação mais grave é a forma perdedora de sal.

DEFICIÊNCIA DE BIOTINIDASE(FASE IV):doença que afeta o metabolismo da Biotina, causando uma incapacidade de absorção desta vitamina contida nos alimentos.

Diagnóstico precoce, a profilaxia primária adequada e uma rede de atenção organizada para o devido acolhimento e tratamento dessas crianças, podem impactar significativamente as seqüelas e a morbimortalidade dessas doenças.

Luciana Santana Santos Alves

Coordenadora Estadual de Triagem Neonatal

Flávia Oliveira Costa

Coordenadora do Serviço de Triagem Neonatal em Sergipe

 




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